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segunda-feira, 25 de julho de 2011

Sobre homens e sinos

Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine. (I Coríntios 13:1)
Quando meditamos por que as coisas não mudam, por que tudo parece se repetir e nada melhora, a palavra acima nos dá um caminho. É porque o amor arrefeceu. Quando se perde aquela paixão primeira que nos move a transpor barreiras, a achar que podemos sempre fazer mais e melhor, a acreditar no que muitos já perderam a fé. Quando se perde a paixão pelas pessoas e pelos ideais, passamos a ser como os sinos que soam sempre na mesma tonalidade, sempre na mesma repetição, usamos sempre as mesmas desculpas, damos sempre as mesmas explicações que não convencem mais. Acabou o amor. Olhe ao seu redor, como estão as coisas? Como você está trabalhando para que elas mudem? Você concorda com tudo o que vê? Desde quando você vem concordando com tudo sem questionar? É preciso mudar algo? Deixemos de ser os mesmos sinos que repetem o mesmo som de outros sinos. Entoemos um canto diferente, o nosso próprio canto, que não nos pareçamos mais com sinos tristes e lúgubres, que soemos um novo som, que dancemos uma nova música. Quando abrirmos nossos olhos e fizermos nossas melhores escolhas, um novo sol irá brilhar em nossas vidas, então veremos a verdade e aí, de fato, ela irá nos libertar!

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