Tecnologia de
precisão nos talhões
“Em Ivatuba, na região de Maringá, o
produtor Ângelo Celestino tem adotado alguns cuidados em relação ao solo de sua
fazenda, para aumentar a produtividade.
Com a orientação de técnicos, ele vem fazendo o gerenciamento da
fertilidade de cada talhão a partir da adoção de tecnologias de precisão. Ao
mesmo tempo, investe no aumento da cobertura do solo. "A gente vive disso
e se não fizer o que é preciso, não sobrevive", diz.
Segundo Celestino, em anos bons – de clima favorável – há um aumento médio de produtividade de 5%; em anos ruins, a produção cresce ao redor de 15%. Por outro lado, os custos caíram 5%. Celestino é um agricultor caprichoso, segundo os técnicos, que segue à risca as orientações.
Por causa disso, suas médias anuais têm sido expressivas para os padrões da região. A do milho cultivado no verão chega a 9.963 quilos por hectare (401 sacas por alqueire), a da soja é de 3.916 quilos/hectare (157 sacas por alqueire) e a do milho de inverno, 7.180 quilos/hectare (289 sacas por alqueire).”
Segundo Celestino, em anos bons – de clima favorável – há um aumento médio de produtividade de 5%; em anos ruins, a produção cresce ao redor de 15%. Por outro lado, os custos caíram 5%. Celestino é um agricultor caprichoso, segundo os técnicos, que segue à risca as orientações.
Por causa disso, suas médias anuais têm sido expressivas para os padrões da região. A do milho cultivado no verão chega a 9.963 quilos por hectare (401 sacas por alqueire), a da soja é de 3.916 quilos/hectare (157 sacas por alqueire) e a do milho de inverno, 7.180 quilos/hectare (289 sacas por alqueire).”
fonte: odiario
Ivatuba merece estar na mídia assim!

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